quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Todos sabemos o quanto é difícil construirmos laços verdadeiros, sinceros e duradouros.
A ingenuidade do sentimento está morrendo. Desde os primeiros passos somos alertados: Nós seres humanos, traidores uns dos outros transformamos a desconfiança em um princípio básico para sobrevivência.
Construir um vínculo sincero é um resultado de tempo, momentos certos, reciprocidade e sorte. Essa relação, a que realmente vale a pena é como uma muralha, que precisamos fortalecer bem a sua base para que suporte diversas agressões. Primeiramente use rochas grandes e resistentes, que podem ser comparadas à confiança, dedicação, preocupação e sinceridade. É, esses fatores são as rochas que segurarão a forte muralha! Mas tem um problema. Essas grandes rochas não são peças de um quebra-cabeça, não encaixam minuciosamente uma com as outras, ainda restam pequenos espaços que precisam ser completados. Por mais que pequenos, se deixados abertos comprometerão toda a muralha.
Esses pequenos espaços são preenchidos com pequenas e fundamentais pedras. Essas são os detalhes: uma mensagem, uma palavra que atropelou a insegurança e foi dita, o singelo gesto, um carinho, ou sequer aquele “Oi” meio mecânico, mas que propiciou o primeiro contato!
Valorizem os detalhes, são essenciais, complementares!
E lembre-se que na outra ponta da muralha estará aquilo que vale muito a pena!

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